quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Corredor é mais feliz?


A maioria dos corredores já caiu um dia no meio de um treino. Ou não?
Eu, pelo menos, já.
E hoje, se minhas contas estão certas, foi a terceira queda nessa minha carreira (de corredora).
Lembro de uma, na Corrida do Iguatemi, pelas trilhas do Parque do Cocó, que acabei tendo que receber atendimento dos paramédicos da prova que limparam meus arranhões nas mãos e joelhos. Lembro de uma vez, treinando em plena ciclovia da Washington Soares, horário de pico, engarrafamento e eu simplesmente tropecei no chão, me ralando toda, mais uma vez. Eita vergonha!
Desde então, sempre procuro prestar atenção por onde piso e levantar bem o pé do chão ao dar as passadas.
Claro que topei outras vezes. Muitas. Mas sempre consigo sair patinando pra escapar da queda.
Hoje não deu pra patinar.
Sempre corro entrando muito com o calcanhar, o que já me trouxe pelo menos 3 lesões nessa região. Desde a última, cismei que tenho que corrigir essa pisada. Mas é muito difícil! Tentei  correr descalça, tentei educativos, tênis mínimos, mas continuo com o calcanhar batendo forte no chão.
Outro dia, no Cocó, conversando sobre isso com um dos meus amigos quenianos que costuma treinar por lá, ouvi a dica: “Lia, seu problema é que você corre com os passinhos muito pequenos. Tenta dar passos mais largos que naturalmente você muda sua pisada”. Ah, é? Então tá.
Hoje, treinando de novo na WS, observei que lá estavam meus calcanhares recebendo todo o impacto na aterrissagem. Foi quando me lembrei do conselho do meu amigo e decidi tentar correr, se não  igual, pelo menos parecido com  ele: passos largos, elegância.
Já no segundo passo,  tropecei no vento e saí patinando, tentando evitar o pior. Não teve jeito. Dessa vez me esborrachei legal, em plena hora do rush matinal da WS. Me levantei e vi que não tinha quebrado nada (nem o relógio, como da última vez) e, sentindo a perna e as mãos ardendo dos arranhões, mantive a pose e continuei correndo como se nada tivesse acontecido. Logo as mãos pararam de arder, mas o joelho continuou doendo e, como eu ainda tinha meia hora de treino e não queria parar, achei melhor nem olhar pra ele.
No final do treino fui ver o estrago: mãos levemente arranhadas. Perna um pouco pior.


Resultado do estrago

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Maratona Pro Adidas - Rio de Janeiro (9/set/2012)


Eu juro, JURO que programei meu feriadão do 7 de setembro no Rio de Janeiro sem pensar em fazer nenhuma corrida.  A idéia partiu do meu pai e eu logo me animei, pois fazia 2 anos que não ia ao Rio.
Com a passagem comprada e o hotel reservado, resolvi dar uma olhada no calendário de corridas de rua carioca. Quem sabe....
Bingo! Maratona Pro Adidas para o dia 9 de setembro. É essa mesmo!

A prova, que seria realizada pela primeira vez, tinha três opções para inscrição: 14, 28 e 42k, a principal.
O percurso consistia em uma volta de 14km, que iniciava em frente ao Monumento dos Pracinhas, no Flamengo, prosseguia, sempre beirando o mar, em direção ao Aeroporto Santos Dumont, fazendo o retorno pro Flamengo.
Quem fosse fazer os 14k, daria uma volta, os 28k, duas voltas e as 3 voltas seriam dadas pelos maratonistas.



segunda-feira, 3 de setembro de 2012

10 Milhas Garoto - Vitória-ES (2 setembro 2012)


Desde que me entendo por gente como corredora, que a prova 10 Milhas Garoto tem estado na minha lista de consumo. Por não conhecer Vitória, por achar que deveria ser show correr sobre a ponte que sempre ilustra a corrida ou talvez pelo meu lado chocólatra que imaginava um kit com toneladas de chocolates e postos de água com “nescau” em caixa gelado e bombons à vontade, sempre quis correr essa prova.

Finalmente 2012 seria o ano das minhas 10 Milhas em Vitória-ES e para tal me programei, chegando na capital capixaba no sábado e indo do aeroporto direto pegar o kit da prova em Vila Velha, a antiga capital do Estado, local da fábrica de chocolates Garoto.


Corredora curitibana conhecida no voo - campeã master em provas de pista