segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

50 nos 50 - abril/2016



Idade de corredor (mesmo as corredoras) não é segredo pra ninguém. Basta abrir uma página com resultado de alguma prova e já tão lá te entregando... rsrsrrs
Por isso, ter alcançado em 2016 o pico da minha ladeira, não foi nenhum segredo.
No dia das bodas, uma comemoração a minha cara: um treino entre amigos no início do sábado, terminando com um café da manhã (à base de café e cerveja) com os corredores participantes e minha família. Dia INESQUECÍVEL.



domingo, 18 de dezembro de 2016

II Corrida Vida - 18/12/2016



Mais de 12 anos de corrida de rua e essa foi a primeira vez que fui pra concentração e dei largada de uma prova debaixo de chuva. E muuuuita chuva!

O toró não tirou o brilho da II Corrida Vida. Pelo contrário! Povo sedento e carente de chuva, a água caída no domingo fez a alegria de todos e ninguém (nem mesmo eu!) se importou de encharcar os tênis nas poças e “riachos” pelo caminho.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Cidade do Panamá - novembro 2016



Muitos acham que o Panamá se resume ao Canal do Panamá e por essa razão descartam a ida ao país, ou, no máximo, colocam um pit stop de poucas horas.
Isso não é verdade, mas, mesmo que fosse, já seria razão suficiente para uma visita, não de horas, mas de um dia inteiro na Cidade do Panamá. No mínimo.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

XL Maratón Internacional de Panamá - Cidade do Panamá (27/11/2016)



Depois de uma semana sem treino, tomando cerveja e mojitos, confesso que passou diversas vezes pela minha cabeça  a ideia de abortar a Meia Maratona do Panamá, ainda mais porque o sábado foi de muita chuva, o que me fez crer que o pau d’água continuaria no domingo.
Não fosse a 40ª. Maraton Internacional de Panamá minha 50ª. meia maratona, possivelmente eu teria me rendido à preguiça de acordar cedo e encarar esses 21km...


Minha 50a Meia Maratona

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O que eu vi em Cuba em novembro de 2016

Pensei que a curiosidade fosse somente minha, mas, depois que voltei de Cuba, não foram poucos os que vieram me perguntar o que eu tinha achado, como vivem as pessoas por lá, o que mais tinha me chamado atenção, o que tinha me surpreendido, etc.
Em razão disso, resolvi fazer este post, não falando sobre minhas impressões, mas sim do que eu vi e ouvi de alguns cubanos com quem tive o prazer de conversar e fazer alguns questionamentos.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Trinidad - Cuba (novembro/2016)



Os 80km que separam Cienfuegos de Trinidad (de Havana são 320km) foram percorridos por nós a bordo de um Ford 1950, nossa primeira experiência nos famosos carros antigos cubanos. O carro era bem conservado, confortável, com motor da Nissan, mas em uma das paradas na estrada, nos deu um susto, não querendo voltar a funcionar. Coisa prontamente resolvida pelo motorista, que com certeza, como todos por lá que são possuidores dessas relíquias, tinha seu lado mecânico.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Cienfuegos - Cuba - novembro/2016



Tínhamos 8 dias em Cuba e além de Havana, a opção mais procurada por turistas são os resorts nas praias de Varadero, porém, essa opção nem de longe nos chamou atenção. Existem também os  passeios para Vinãles, que parecem ser bacanas, mas depois de muita pesquisa, optamos por conhecer duas cidades, Cienfuegos e Trinidad.

Cienfuegos (que NÃO tem esse nome em homenagem ao guerrilheiro da revolução, Camilo Cienfuegos) não é particularmente um destino muito turístico na Ilha mas despertou minha atenção pelas bonitas fotos vistas em blogs, privilegiando a baía de Cienfuegos.
A pouco mais de 200km de Havana, a cidade sem dúvida foi uma surpresa excelente surpresa

Rua central da cidade

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Havana - novembro/2016



A Havana da minha imaginação era a do “Trilogia Suja de Havana”, livro do Pedro Juan Gutierrez, com o malecon como palco principal e seus  edifícios em ruínas.
A fome da década de 90 certamente tinha passado, mas a cidade provavelmente continuaria a mesma....
Muitas coisas lidas em blogs e sites também mexiam na minha imaginação, mas ao chegar na cidade, já a partir do desembarque no aeroporto José Martí, fui começando a desconstruir o que estava pré concebido.


Poster em uma livraria

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

XXX MARABANA - Maratón de la Habana - Cuba (20/11/2016)



O dia ainda estava amanhecendo quando saí da casa onde fiquei hospedada em Havana para uma caminhada de 15 minutos na direção do Capitólio, local da largada e chegada da MARABANA, a corrida mais importante da capital cubana que neste ano de 2016 contou com quase 6 mil inscritos, divididos nas distâncias de 42, 21 e 10km.

Ao pegar meu kit no Hotel Meliá no dia anterior (sem feiras, apenas com a entrega do número de peito já com chip e uma camiseta lindinha), fiquei sabendo que haveria pessoas de 113 países participando. Achei exagero e cheguei a duvidar, mas ali no capitólio já deu pra sentir uma Torre de Babel de corredores! Alemães, franceses, americanos, japoneses, mexicanos, sul americanos..... Enfim! Havia até cubanos... haha
Cuba definitivamente caiu nas graças e na curiosidade dos turistas e nessa leva, claro que os corredores não podiam ficar indiferentes.


Preparada pra largada em frente ao Capitólio
 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Projeto Cuba e Panamá - novembro 2016



Mais um “projeto” chegando.
Desta vez, “arribando” da América do Sul que eu tanto gosto e indo debutar na América Central, mais precisamente em Cuba e Panamá.
A razão de ter escolhido Cuba não é somente pela lenga lenga (repetida muito ultimamente) de que daqui a pouco irá tornar-se uma Miami. Até tem a ver com isso, mas a curiosidade de conhecer essa pequena ilha caribenha, vem de longas datas.
Despida de ideologias políticas, mas com imensa curiosidade, escolhi passar uns dias em Havana e também pegar a estrada para conhecer Cienfuegos e Trinidad.
Os famosos resorts em Varadero não estão nos planos. Se é preciso ser cubano para viver verdadeiramente Cuba, não será em resorts que conhecerei  um pouco o país, mesmo que seja na pele de turista.




Panamá entrou no roteiro por ser escala obrigatória para quem voa de Copa Airlines. Então, com escala na capital do país, vamos aproveitar e conhecer uma das maiores obras de engenharia do mundo, o famoso Canal do Panamá.
Ao fazer minhas pesquisas sobre o Panamá, achei que o local merecia mais do que uma simples escala de horas e consegui esticar um pouco mais a estadia.
Qual não foi minha surpresa ao descobrir que exatamente no dia que eu estarei na cidade, será realizada a Maratona Internacional do Panamá.... 
Isso! Tenho duas corridas de 21km para fazer nessa viagem, uma em Havana e outra na Cidade do Panamá. Serão minhas 49ª e 50ª meias maratonas, respectivamente.

Então vamos lá, tomar mojitos, ouvir salsa, correr e comprar chapéu!








terça-feira, 27 de setembro de 2016

Maraton de Punta del Este - Uruguai 18/09/2016



De acordo com o locutor da prova, dos 4 mil inscritos na  Maratona Internacional de Punta Del Este, 41% eram brasileiros, ou seja, mais de 1600 pessoas.
Se somar com os não corredores que estavam acompanhando amigos e familiares, dá pra ver a dimensão da festa verde/amarela no domingo, dia 18 de setembro.

O evento está na 9ª. edição e pelo visto, a presença brasileira tende a crescer no futuro, já que une excelente organização, clima frio, percurso plano, facilidade da viagem, bom roteiro turístico e língua “amigável” para “nosotros”.


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Meia Maratona Farol a Farol - Salvador (4/9/2016)



Finalmente este ano tudo deu certo pra eu participar da  Meia Maratona Farol a Farol em Salvador, prova que já estava na minha listinha de meias maratonas há alguns anos.

Com percurso de “mão única”, saindo e chegando de dois grandes pontos turísticos de Salvador, o Farol de Itapuã, cantado e eternizado por Vinícius de Moraes e Toquinho, o Farol da Barra, palco dos famosos carnavais da Bahia, a prova, que está na 6a. edição valeu minha insistência de participar.


Farol de Itapuã, local da largada

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Delta do Parnaíba e Barra Grande no Piauí - julho 2016



Parnaíba é o segundo  maior município do Piauí e é também um dos quatro municípios do Estado que contém litoral.
Aliás, o litoral piauiense é pequenininho, o menor do Brasil, com apenas 66km de extensão.
Porém, a fama de Parnaíba é mesmo a do seu Delta, o único em mar aberto das Américas e foi em busca dele que nós partimos, logo depois de uns dias em Camocim, no Ceará.
O Delta do Parnaíba é muitas vezes incluído na viagem que agrega três das principais atrações turísticas dessa parte do nordeste: Jericoacora, o Delta e os Lençóis Maranhenses. Quem puder unir os três, fará um passeio nota mil!

terça-feira, 17 de maio de 2016

Meia Maratona Beach Park - Fortaleza/Aquiraz - 15/5/2016

Em 2010 eu participei da I Corrida Beach Park com filhos, irmã, sobrinhas e amigos.
Com percursos de 4 e 8km, o meu escolhido foi o de 4, afinal de contas  a ideia era me divertir com eles todos, que não tinham o hábito de correr, e a prova realmente foi uma farra do começo ao fim.
Desde então não voltei a participar das corridas do Beach Park até esse 15 de maio, quando a organização resolveu mudar os percursos, ficando o menor (de 6km) e incluir os 21.
Meia Maratonista como sou, não poderia deixar de conferir e, como em 2010, a corrida foi uma brincadeira de criança como as do famoso parque aquático, certo?
Só que não!
Como um dos seus tobogãs mais famosos, a prova foi insana!



terça-feira, 10 de maio de 2016

Sevilha com Córdoba no caminho (abril 2016)


A viagem para Sevilha, na verdade começa por Córdoba.
Não necessariamente, claro, mas é uma boa pedida para quem parte de Madri, desmembrar a passagem de trem em duas, com uma parada pra conhecer Córdoba. Se essa for a opção escolhida, um guarda volumes em frente à estação serve para deixarmos as malas e ficar sem preocupação durante a visita à cidade.

Conquistada pelos romanos antes de Cristo, invadida pelos bárbaros, dominada pelos muçulmanos (quando foram construídos vários palácios e mesquitas,  tornando-a uma das cidade mais populosas do mundo), em 1236 Córdoba foi conquistada pelos cristãos.



sábado, 7 de maio de 2016

Madri e um bate/volta a Toledo (abril/2016)



Madri é  grande. Capital agitada, com mais de 6 milhões de habitantes na sua área metropolitana.
Apesar disso, nas minhas pesquisas prévias, as recomendações encontradas de tempo para passar na cidade eram de 2, no máximo 3 dias.
Bem, se for pra fazer o esquema “pontos turísticos”, acho que é por aí mesmo. Mas se quiser curtir mais a cidade, pode arranjar tempo.
Como o nosso era curto, optamos pelo esquema mais turístico, apesar dos famosos museus terem ficado de fora. Ainda devido ao pouco tempo, ninguém do grupo se interessou por nenhuma atração “fechada”, preferindo os lugares abertos. As ruas e praças de Madri. Caminhar e caminhar. Observar. Meu turismo preferido!

Puerta Del Sol e o Urso, símbolo de Madri

quarta-feira, 4 de maio de 2016

EDP ROCK 'N' ROLL MADRID MARATÓN - 24/4/2016

Minha primeira meia maratona da série Rock and Roll foi em Lisboa, em 2013 (ver aqui) e a segunda foi em solo espanhol, mais precisamente madrilenho, no dia 24 de abril.
Não sou nenhuma roqueira e, pra falar a verdade, teria preferido palcos com fados na primeira e tablados com dançarinas de flamenco na segunda ( :) :) ) mas, gostos musicais à parte, a edição de Madri  foi, em termos de organização o mesmo que sua vizinha ibérica: show!

Com percursos de 10, 21 e 42km, foi minha prova recordista em número de corredores: 33 mil!
Muito né?
Mas, se fosse levado em conta somente o tamanho das filas diante dos guichês de recebimento do número de peito/chip, camiseta e bolsa da prova na entrega dos kits, parecia mesmo um evento feito para 500 atletas, Fila ZERO!
Tá certo que cheguei (direto do aeroporto) no horário do almoço, mas, enquanto a entrega dos kits ocorria na maior tranquilidade e organização, a feira do evento estava lotaaada. Muitas tendas de tudo quanto é coisa e apetrecho que corredor adoooora ficar olhando e comparando.
Depois de olhar um pouco as coisas e desistir por me sentir um pouco sufocada com aquele movimento, fiquei esperando meus companheiros de corrida que já haviam chegado à cidade no dia anterior: Cris, Davi e Benésio.


Com Cris e Benésio

Quando finalmente eles chegaram, fomos os últimos a entrar no local destinado ao almoço de massas (totalmente gratuito para todos os corredores), que àquela hora já estava praticamente vazio, mas com macarrão à bolonhesa e cerveja à vontade pra nós 4!
É,  cervejaaaaa! E sem patrulhamento (hehehehe).

segunda-feira, 18 de abril de 2016

14a. Meia Maratona de Fortaleza - 17/4/2016

Comemorando o aniversário de Fortaleza e pertinho do meu próprio aniversário, foi na Meia Maratona de Fortaleza onde fiz minha estreia nos 21km, em 2008.

Prova costumeiramente quente e por isso mesmo muito difícil, naquele ano minha única preocupação era finalizá-la e a emoção e a alegria com essa minha conquista apagaram da memória qualquer erro da organização.

Em 2010 voltei a corrê-la e aí sim, consegui enxergar e memorizar, além do calor, o horário tarde da largada, a falta de água, o balizamento falho e ainda por cima, depois de enfrentar todas essas dificuldades, chegar ao final e não ter a minha medalha me esperando. Isso, em 2010 as medalhas acabaram e muitos ficaram sem.
Desde então, não somente eu, mas vários corredores vinham evitando aquela que deveria ser a nossa principal corrida de rua e os erros continuaram se repetindo.

Em 2016 a organização da 14ª.MMF apareceu com uma grande novidade para os 21km: largada separada das provas de 5 e 10km e percurso inteiramente diferenciado.
Não resisti e, apesar de toda a descrença, resolvi literalmente pagar para ver.
Valeu?
Valeu sim! Valeu muito!




domingo, 3 de abril de 2016

Expedição Cariri (Crato/Juazeiro/Santana do Cariri e Nova Olinda) - Batizado da Bianca no Cratim de Açúcar

A região do Cariri, no sul do Estado do Ceará, fronteira com Pernambuco, é formada por 7 municípios, dentre eles a maior cidade do Estado, Juazeiro do Norte, terra do mítico, controverso, amado e venerado Padre Cícero.




Rodeada pela Chapada do Araripe, reserva ecológica que abriga dentre outros atrativos naturais, diversos sítios arqueológicos, é lá que encontramos o primeiro GeoPark das Américas (local com patrimônio biológico, geológico e paleontológico).
Há mais de 100 milhões de anos (!) esse território que engloba Crato, Juazeiro do Norte, Santana do Cariri, Nova Olinda, Barbalha e Missão Velha, era um enorme lago salgado, habitado por imensos répteis voadores, os Pterossauros.

Foi pra essa terra dos pterossauros e do Padre Cícero, a terra dos romeiros, a terra da religiosidade, de tradições populares e muitas tradições culturais que partimos em família, no feriado da Semana Santa, para participar do batizado da Bianca, o mais novo membro da família.
Por que o Cariri?
Porque lá é onde fica o Crato que também é a terra de seu pai e avós e também porque acabou tendo uma corrida no caminho. Não minha. Mas do Duda, não por acaso o pai da Bianca que, além de ser anfitrião no batizado, “aproveitou” pra estrear nas ultramaratonas, participando do II Desafio Chapada do Araripe, de 50km.
Eu fiquei de fora dessa e encarei somente os passeios, que foram muitos.

segunda-feira, 7 de março de 2016

5o. Desafio das Pontes (6/3/2016)

Treino ou prova? Prova ou treino?

Esse é o maior questionamento sobre o Desafio das Pontes, que na verdade nasceu como treino, um longão de encontro de corredores, mas com o passar dos anos foi adquirindo características de prova, principalmente (por aqueles que o têm acompanhado desde o início) no que diz respeito ao maior calo dos corredores, o $$$$$$$$$$!!
Pra ser um treino, o valor da inscrição na verdade fica bem acima do “previsível”.

Por outro lado, treinos a custo baixo não têm camiseta, não têm medalha, bem como não têm apoio de AMC que, mesmo que tenha sido pouco, organizou o trânsito em alguns cruzamentos.





Polêmicas à parte, o 5º. Desafio das Pontes teve suas inscrições esgotadas.
Com largada pontual da Ponte da Barra do Ceará, às 6 horas da manhã todos saíram em direção à Ponte do Rio Cocó, no Sabiaguaba.

terça-feira, 1 de março de 2016

Desafio Cross Run Terra na Veia (28/2/2016)

Eu já havia feito provas cross. Curtinhas. Ou então  mescladas, parte em asfalto, parte cross.
Por preferência, sou corredora de asfalto mesmo e, nesses 12 anos de corrida, tenho assistido de longe o crescimento de provas cross, com muitos amigos migrando da cidade para os matos. Incrível como tem realmente aumentado o número de provas assim Brasil afora.
Tenho permanecido no meu asfalto. Trilha e mato? Adoro, mas pra passear, caminhar. Não pra correr.
Mas ....

Para abrir o calendário de 2016 com a minha distância preferida, os 21km, surgiu logo uma cross no caminho e, depois de pensar muito, decidi encarar. Seria minha 41ª. meia maratona,  a primeira de 2016, uma corrida nova e ainda por cima em Fortaleza (ou quase, já que Maranguape é bem aqui pertinho...).

Realizado no Terra na Veia, antiga fazenda da Cachaça Colonial, em Maranguape, local com trilhas para os amantes da prática de mountain bike e cada vez mais utilizado para treino de corredores, o 1º. Desafio Cross Run Terra na Veia contou com revezamento dupla e quarteto, além dos 21km solo. Idealizado pelo Mano Silva, rapidinho teve suas inscrições esgotadas e estreou com pouco mais de 300 atletas.






terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Retrospectiva 2015

Atrasadíssima pra essa retrospectiva, mas, em todo caso, em termos de viagem e provas, o ano de 2016 ainda não começou pra mim....

2015 veio com poucas corridas do Projeto Conhecendo Correndo as Capitais do Brasil ( aqui ): apenas três!



O ano começou com Cuiabá, com a Corrida de Reis ( aqui ), passou por Recife e sua excelente Corrida das Pontes ( aqui ),  e terminou com a Meia SESC de Belém ( aqui  e aqui ).









Ficam então faltando somente João Pessoa no nordeste e as demais capitais do norte do país: Manaus, Rio Branco, Macapá, Boa Vista, Palmas e Porto Velho.
Essas capitais serão feitas lentamente, pois descobri que, além de serem poucas as provas existentes em algumas delas, existe o problema de divulgarem as datas muito perto da realização, o que torna as passagens aéreas, já caras, mais caras ainda. Descobri também que, viajar pra algumas dessas capitais pode custar tão caro quanto viajar pra Europa!
Mas um dia eu chego lá....

Se as capitais foram poucas. As viagens até que deram pro gasto...
Voltei a Recife em um fim de semana pra correr a Meia Maratona Caixa ( aqui ) e também retornei a Vitória no Espirito Santo para participar dos 21km da Maratona Espírito Santo ( aqui ). Retornei também a Ouro Preto ( aqui ) em uma viagem com meus filhos e, pertinho de lá participei da inesquecível Meia Maratona Estrada Real, em Ouro Branco ( aqui ).
À viagem pra Cuiabá foram incluídos locais lindíssimos no Brasil: a Chapada dos Guimarães ( aqui ), o Pantanal e Nobres (  aqui ).
No final do ano, realizei o sonho de conhecer a Chapada Diamantina, na Bahia e Alter do Chão, no Pará ( aqui ).

Fora do Brasil, depois de 4 anos, voltei a fazer uma maratona, em Córdoba ( aqui e aqui ) na Argentina e a Meia Maratona de Bogotá na Colômbia (aqui e aqui ), que emendei com Cartagena ( aqui ), Medellin ( aqui ) e Caño Cristales.

Em Fortaleza participei da estreia da Golden Four da Asics ( aqui ), dos 21km da Pague Menos ( aqui ) e mais uma meia, dentro da nossa primeira maratona ( aqui ), além dos 25km, dentro da prova de 50k Costa do Sol Nascente, em Aquiraz ( aqui ).

2015 foi o ano de fechar minhas 40 meias maratonas (em Belém).




Em 2016, lancei pra mim mesma o Projeto 50 nos 50.
Fechar as 50 meias ou os 50km. Não sei ainda. Quem sabe os dois...

As provas continuarão pelo norte e, fora do país, os planos são de ir conhecer um pouco do Equador ou Cuba. Ou algo mais que surgir no meio do caminho....

Abaixo o vídeo com algumas das boas lembranças de 2015.
Mais uma vez, obrigada a todos que fizeram parte desses meus momentos.
Que 2016 seja repleto deles!

https://www.youtube.com/watch?v=ftTfa5O8XjY





quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Desafio Canindé - 23/24 de janeiro 2016

Fora do Brasil existem muitas iniciativas de corredores que encaram um desafio com o objetivo de arrecadar fundos para instituições, tanto através de doações como pela “compra” de quilômetros. Mesmo provas grandes muitas vezes divulgam algum projeto e destinam vagas para quem for participar fazendo propaganda de instituições de caridade.
No nosso país esse tipo de atitude ainda não chegou nas nossas corrida, mas vez ou outra aparece alguém que banca uma causa, como o Carlos Dias, que corre divulgando o GRAAC (Grupo de Apoio ao Adolescente e a Criança com Câncer).
Foi com essa ideia na cabeça que em 2012, o Djacir e o André Menezes pensaram no Desafio Canindé. Seriam aproximadamente 100km para divulgar a Associação Beija Flor, uma associação sem fins lucrativos que atende crianças com deformidades faciais.

Os anos passaram, o projeto inicial não deu certo, mas a ideia não foi esquecida, até que esse ano a Augusta Barbosa resolveu dar uma força e colocá-la em prática.
Com a Augusta, alguns corredores dos Contabilistas se interessaram em ajudar e correr também e, sabendo que finalmente a corrida iria sair dos sonhos, eu me escalei pra acompanhar e fazer parte do Desafio Canindé.
A nós juntou-se o apoio fundamental do Júnior e do Jander, que gentilmente providenciaram apoio e ajuda em Canindé.



Leia Mais!!!

sábado, 9 de janeiro de 2016

Bem vindo 2016!!! Que venham as chuvas!

2016 começou e com ele, depois de 10 dias viajando sem um único treino, voltar à ativa está sendo bem difícil.
Na primeira semana de volta às ruas, o máximo que consegui fazer sem caminhar foi 6km. Musculatura dolorida, falta geral de fôlego..
.
Mas o ano começou e, apesar de por enquanto não ter nenhuma prova em vista, é preciso reiniciar.

Sábado, dia de encarar o primeiro longo do ano, amanheceu o maior toró!
Virei pro lado e voltei a dormir.
Antes das 7 horas, acordei novamente. A chuva continuava. Fiquei na cama esperando....
Olhava pela janela e não via nenhuma esperança de que parasse....
“Vou pra esteira? Detesto!
Corro no estacionamento coberto do Iguatemi?  Treino muito longo!
Fico em casa deitada? Já acordei mesmo...".


Observando as "perspectivas"

Em quase 12 anos de corridas, nunca iniciei um treino ou prova já debaixo d’água. Treinos e provas começando no seco e depois pegando a chuva, já aconteceram. Mas começar na água eu sempre evitei e todo começo de ano, com a época de chuva, achava um saco ter que apelar pra esteira, principalmente nos treinos longos, mas...

1 hora e meia depois, continuava chovendo,  resolvi tentar o novo e foi muuuito bom!
Descobri que correr na chuva é bem legal. Pode-se começar mais tarde, os pés não ficam com bolhas como eu imaginei e não faz calor. Até tive mais fôlego!

Acho que não sofrerei mais com esse problema todo início de ano. Heheh
Adorei a descoberta e agora posso até programar uma maratona no primeiro semestre do ano, sem ter medo que a chuva atrapalhe meus longões...

Bem vindo 2016!!!


PS: esse treino foi dedicado a minha amiga Cris, maior incentivadora do treino na chuva. Olhaí, Cris!!!!!! Pisei em todas as poças no chão e descobri que não sou feita de açúcar! :)


No final. Muito bom!